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EUA executam três condenados por injeção letal no mesmo dia e reacendem debate sobre pena de morte
Execuções ocorreram em três estados americanos. Casos ampliam questionamentos sobre os métodos utilizados para aplicar a pena capital.
Por Redação NEXO 24
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Os Estados Unidos executaram três homens por injeção letal na quinta-feira (5), em Indiana, Flórida e Alabama. Foi a segunda vez em 2026 que o país realizou três execuções em um único dia.
Em Indiana, Jeffrey Weisheit, de 50 anos, recebeu a pena de morte pelo assassinato dos dois filhos de sua namorada, cometido em 2010. A defesa tentou suspender a execução, mas os pedidos foram rejeitados.
Na Flórida, Jesse Guardado, de 64 anos, foi executado pelo assassinato de uma idosa de 75 anos durante um roubo, em 2004. Com o caso, o estado chegou a 19 execuções em 2026, estabelecendo um recorde anual.
Já no Alabama, Michael Taylor, de 54 anos, foi executado pelo assassinato de um casal de idosos em 1991. Inicialmente, a pena seria aplicada com gás nitrogênio, mas o método foi substituído por injeção letal após decisão judicial.
Método provoca controvérsia
As execuções reacenderam discussões sobre a segurança e o sofrimento associado à injeção letal. Em setembro, uma execução no Tennessee envolvendo Christa Pike não conseguiu provocar sua morte mesmo após a aplicação de duas doses da substância utilizada.
Entidades de direitos humanos questionam os protocolos adotados, enquanto autoridades estaduais defendem o cumprimento das sentenças determinadas pela Justiça.
Nos três casos registrados na quinta-feira, os governadores rejeitaram pedidos de clemência apresentados pelos condenados.




