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Helicópteros colidem perto do Monte Everest e deixam um morto e dois feridos no Nepal
Acidente aconteceu durante uma tentativa de pouso a 4.200 metros de altitude. Turista indiano de 47 anos morreu e outras duas pessoas ficaram feridas.
Por Redação NEXO 24
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Dois helicópteros colidiram nesta terça-feira (3 de novembro) durante uma tentativa de pouso na região do Monte Everest, no Nepal. O acidente deixou um turista indiano de 47 anos morto e outras duas pessoas feridas, segundo informações divulgadas pelas autoridades locais.
A colisão aconteceu nas proximidades da vila de Pheriche, situada a aproximadamente 4.200 metros de altitude, abaixo do acampamento-base do Everest, a montanha mais alta do planeta.
As aeronaves operavam em uma região bastante procurada por turistas e montanhistas, especialmente durante a temporada de caminhadas e expedições.
Vídeos mostram pessoas correndo após a colisão
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram momentos de tensão durante o acidente. Mais de uma dezena de pessoas aparece correndo para se proteger enquanto os helicópteros atingem o solo.
Segundo as autoridades nepalesas, a vítima fatal era um cidadão indiano que estava em uma das aeronaves.
Os outros dois feridos são um turista da Nova Zelândia e um piloto nepalês. Ambos receberam atendimento médico após o acidente.
As primeiras informações não esclareceram quantas pessoas estavam a bordo dos dois helicópteros no momento da colisão.
Aeronaves pertenciam a empresas privadas
Os helicópteros eram operados pelas empresas Fishtail Air e Dynasty Air, que atuam no transporte aéreo na região montanhosa do Nepal.
Em comunicado, a Fishtail Air informou que sua aeronave transportava turistas resgatados da região do Everest quando ocorreu o acidente.
A empresa confirmou que o turista indiano estava em seu helicóptero e que os outros dois ocupantes, um passageiro neozelandês e o piloto, ficaram feridos.
Segundo informações divulgadas pela Reuters, o helicóptero da Dynasty Air transportava apenas carga.
Os feridos foram encaminhados para atendimento médico, e a Fishtail Air manifestou solidariedade aos familiares da vítima.
Região apresenta dificuldades para operações aéreas
O Monte Everest, localizado na cordilheira do Himalaia, recebe milhares de turistas e alpinistas todos os anos.
Por causa do relevo acidentado e da ausência de estradas em diversas áreas, os helicópteros são fundamentais para transportar suprimentos e realizar resgates de pessoas que enfrentam problemas de saúde, exaustão ou dificuldades durante as expedições.
A região também apresenta desafios para a aviação, como grandes altitudes, temperaturas extremamente baixas e mudanças rápidas nas condições meteorológicas.
Esses fatores tornam as operações aéreas especialmente delicadas, exigindo planejamento e cuidados adicionais durante pousos e decolagens.
Acidente ocorreu após período de fortes nevascas
Nos dias anteriores à colisão, a região do Everest havia registrado fortes nevascas, que dificultaram a circulação de turistas e montanhistas.
Com a melhora das condições climáticas no domingo (1º), milhares de visitantes voltaram a percorrer as trilhas que levam ao acampamento-base da montanha.
A movimentação coincide com uma das temporadas mais procuradas para caminhadas no Nepal, quando visitantes de diferentes países chegam à região.
Apesar do histórico recente de neve, não havia confirmação de que as condições meteorológicas tenham causado a colisão.
Causas do acidente ainda não foram esclarecidas
As circunstâncias da colisão deverão ser investigadas pelas autoridades responsáveis pela aviação no Nepal.
A apuração precisará esclarecer como as duas aeronaves se aproximaram durante a tentativa de pouso e quais fatores contribuíram para o acidente.
O episódio volta a chamar a atenção para os riscos das operações aéreas em regiões de alta montanha, onde os helicópteros desempenham um papel essencial no turismo e no atendimento a emergências.
Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes abaixo, revisado e aprovado pela redação do NEXO 24.
Fontes
Fonte: Com informações de Al Jazeera




