Brasil
Serial killer de Maceió recebe nova condenação e acumula mais de 300 anos de prisão
Albino Santos de Lima foi condenado pela 11ª vez, desta vez pelo assassinato de um homem de 51 anos ocorrido em 2019, na capital alagoana.
Por Redação NEXO 24
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O ex-agente penitenciário Albino Santos de Lima, conhecido como o serial killer de Maceió, recebeu uma nova condenação nesta quarta-feira (4). Durante seu 11º julgamento pelo Tribunal do Júri, ele foi sentenciado a mais 27 anos de prisão pelo assassinato de José Cícero Bernardo da Silva, de 51 anos.
O crime aconteceu em 8 de dezembro de 2019, no bairro Chã da Jaqueira, na parte alta de Maceió. Segundo as investigações, a vítima foi assassinada a tiros com um revólver calibre 38.
Albino chegou a confessar o homicídio durante depoimento à polícia, mas posteriormente mudou sua versão e negou a autoria perante a Justiça. Testemunhas, entretanto, identificaram o acusado como responsável pelos disparos.
Investigação revelou uma sequência de assassinatos
Preso desde setembro de 2024, Albino é apontado pelas autoridades como responsável por uma série de crimes que provocaram medo e repercussão em Alagoas.
As investigações relacionaram o ex-agente penitenciário a 18 homicídios cometidos entre 2019 e 2024, além de tentativas de assassinato.
Durante o trabalho investigativo, a Polícia Civil identificou que o acusado monitorava algumas de suas vítimas pelas redes sociais, acompanhando informações sobre suas rotinas e os locais que frequentavam.
Exames periciais e análises balísticas também tiveram papel importante na identificação de conexões entre os crimes.
Condenações ultrapassam três séculos
Com a nova decisão judicial, as penas aplicadas a Albino já ultrapassam 300 anos de prisão. O acusado acumula condenações por homicídios e tentativas de assassinato.
O caso é considerado um dos mais graves da história criminal recente de Alagoas, tanto pelo número de vítimas quanto pelas circunstâncias investigadas.
Mesmo após a 11ª condenação, outros processos relacionados aos crimes atribuídos a Albino ainda deverão ser analisados pela Justiça.




