Brasil
Suspeito de matar ex-namorada e filho de 6 anos é preso em São Paulo
Eric Conrado Alves de Almeida foi localizado em uma residência e é investigado pelas mortes de Anna Gabriela Faria Lima e do filho dela, de 6 anos.
Por Redação NEXO 24

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, na noite de quarta-feira (4), o empresário Eric Conrado Alves de Almeida, de 41 anos, suspeito de matar a ex-namorada, a advogada Anna Gabriela Faria Lima, de 29 anos, e o filho dela, Raphael Faria Lima Ferrari, de apenas 6 anos.
O homem foi localizado em uma residência no bairro do Jaguaré, na zona oeste da capital paulista. Ele estava foragido e havia sido incluído na lista de procurados da Interpol, diante da possibilidade de deixar o Brasil.
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Mãe e filho foram encontrados mortos em apartamento
Os corpos foram localizados na terça-feira (3), dentro de um apartamento em Cotia, na Grande São Paulo.
Segundo a investigação, o próprio suspeito telefonou para um escritório de advocacia em Campinas e informou onde estavam os corpos. Uma advogada comunicou o caso à polícia, que foi até o imóvel.
Imagens de câmeras de segurança mostram o empresário entrando no condomínio acompanhado das vítimas na noite de domingo (1º). Horas depois, ele aparece deixando o local sozinho.

Polícia investiga feminicídio e morte da criança
Familiares relataram que o relacionamento entre o empresário e a advogada era marcado por ameaças, perseguições e episódios de violência.
A principal hipótese investigada é que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento.
A polícia apura o caso como feminicídio e vicaricídio, quando uma pessoa próxima à mulher é morta com o objetivo de atingi-la.
As investigações também procuram esclarecer se as vítimas foram dopadas antes de morrer. A delegada responsável apontou sinais de asfixia, mas o laudo oficial do Instituto Médico Legal ainda era aguardado.
Suspeito permanece preso
A Justiça decretou a prisão temporária do empresário por 30 dias. Após a captura, ele foi encaminhado à Delegacia de Cotia.
Na quinta-feira (5), a Justiça manteve a prisão após audiência de custódia. O processo tramita sob segredo de Justiça.
A Polícia Civil continua reunindo provas para esclarecer as circunstâncias das mortes.




